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Rio Mondego apresenta solução IoT para prever cheias em Coimbra

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5 de abril (quarta-feira) | 11h | Museu da Água de Coimbra*

 Na quarta-feira será apresentado, em Coimbra, o projeto Rio Mondego e a sua solução IoT que permitemonitorizar o caudal do rio através de sensores instalados em cinco pontos diferentes e atuar preventivamente em caso de cheias.

 Desenvolvido por estudantes do departamento de Engenharia Eletrotécnica, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, o projeto conta com o apoio do Vodafone Power Lab e das Águas de Coimbra, surge numa  altura em que a Internet of Things (IoT) é apontada como uma das mais disruptivas revoluções potenciadas pela internet.

 A apresentação – que terá lugar às 11h, no Museu da Água – contará com a presença dos mentores do projeto e representantes da Vodafone. 

Agradecemos confirmação para:

press.pt@vodafone.com 

*Parque Dr. Manuel Braga, 3130-514 Coimbra

 

Plataforma IOT de monitoramento do Rio Mondego

 

Rio Mondego

O rio Mondego é o quinto maior rio português e o primeiro de todos os que têm o seu curso inteiramente em Portugal. Nasce na serra da Estrela e tem a sua foz no oceano Atlântico, junto à cidade da Figueira da Foz. 

O rio Mondego tem um comprimento total de 258 quilómetros. A sua nascente situa-se na Serra da Estrela, no sítio de Corgo das Mós (ou Mondeguinho), freguesia de Mangualde da Serra, concelho de Gouveia, a uma altitude de cerca de 1525 metros. No seu percurso inicial, atravessa a Serra da Estrela, de sudoeste para nordeste, nos concelhos de Gouveia e Guarda. A poucos quilómetros desta cidade, junto à povoação de Vila Cortês do Mondego, atinge uma altitude inferior a 450 metros. Nesse ponto, inflecte o seu curso, primeiro para noroeste e depois, já no concelho de Celorico da Beira, para sudoeste.

As cheias do Mondego

O Rio Mondego é propenso as cheias que são registradas desde o século XIV, sendo que a principal causa dá-se por um processo de assoreamento natural, incidência de precipitações e danos causados por incêndios florestais.

As cheias no rio Mondego são consideradas rápidas sendo o tempo entre início da mesma e o pico do caudal ocorrem em poucas horas podendo as mesmas serem muito perigosas devido ao aumento brusco do escoamento.

No ano de 2016, relacionado a um período intenso de precipitações, assoreamento natural do rio e os danos causados devido aos incêndios florestais do ano anterior, ocorrerem uma das piores cheia em Coimbra e causando danos no valor de 2,5 Milhões de Euros, felizmente sem vítimas.

Uma solução tecnológica

Durante as cheias de 2016, a qual acabamos por ver em primeira mão por estarmos no Parque Verde, surgiu a vontade de criar uma solução tecnológica que permitisse monitorar o aumento das aguas do Mondego e fornecer dados que pudessem ser usados pelos orgãos competentes para tentar mitigar os prejuízos pelas cheias, permitindo que as pessoas em sítios propensos possam ser alertadas com antecedência.

Contudo, sabemos que não é só a cidade de Coimbra, ou mesmo Portugal que sofre os efeitos de cheias, sendo os mesmos sentidos em outras partes do mundo. Portanto, nosso desejo sempre foi criar uma solução tecnológica que além de simples tivesse um custo por sensor muito baixo (no momento 200€) de forma que o custo não fosse um problema para a adoção da nossa solução.

Os sensores utilizam uma rede de dados GSM, graças ao apoio da Vodafone, e nos permite comunicar em tempo real o nível do rio entre outros dados para um serviço em cloud e através de inteligência artificial, fazer a análise desses dados e prever a ocorrência de situações de risco.